Cadernos Religi?o e Política

No Dia nacional de combate à intolerancia religiosa lan?amos junto com nossa parceira KOINONIA Presen?a ecumênica duas publica??es: "Caminhos abertos para superar o ódio e a intolerancia religiosa na Bahia” e “Por uma perspectiva afrorreligiosa: estratégias de enfrentamento ao racismo religioso”.

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Baixe aqui na íntegra?"Caminhos abertos para superar o ódio e a intolerancia religiosa na Bahia” e?“Por uma perspectiva afrorreligiosa: estratégias de enfrentamento ao racismo religioso”.

VI Caminhada do Povo de Santo do Nordeste de Amaralina
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VI Caminhada do Povo de Santo do Nordeste de Amaralina, Salvador (BA), 2018

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A história da luta das negras e negros no Brasil pela sua liberdade e igualdade come?a quando os primeiros aqui chegaram vindos escravizados nos tumbeiros, como eram chamados os navios que trouxeram cerca de três milh?es de pessoas para as terras brasileiras. O legado histórico de tantos homens e mulheres amalgamou o Brasil de hoje. Mas o processo de escraviza??o deixou sua raiz perversa na forma??o da sociedade brasileira. Entendê-lo e superá-lo é tarefa com a qual nos debatemos todos os dias. Em muitas arenas houve avan?os, conseguidos a partir da resistência, das alian?as, da rebeli?o, do convencimento, da justi?a, da política, da reza, do canto, da dan?a.

O racismo, em sua vers?o religiosa, fez aumentar o número de casos de violência contra terreiros, centros e ro?as de Candomblé e Umbanda ao longo do território brasileiro. A resposta também está sendo dada, a partir de iniciativas das mais variadas, é o que nos conta Camila Chagas, Ana Gualberto e Lucas Obalera de Deus, autores das publica??es digitais? "Caminhos abertos para superar o ódio e a intolerancia religiosa na Bahia" e ?“Por uma perspectiva afrorreligiosa: estratégias de enfretamento ao racismo religioso”, que lan?amos hoje junto a KOINONIA Presen?a Ecumênica e Servi?o no Dia Nacional de Combate à Intolerancia Religiosa.

O "Caderno Religi?o e Política" reúne em dois números essas publica??es , que mapeiam, analisam iniciativas da sociedade civil e órg?os públicos na luta contra a intolerancia religiosa e destacam o conceito de racismo religioso que se prop?e ampliar a vis?o sobre onde se estruturam as a??es de intolerancia religiosa.

Protagonista de sua história, o povo de santo, vem resistindo às tentativas de demoniza??o, ao desrespeito, violências simbólicas, físicas e psicológicas. Que seja cada vez mais realidade o respeito à todas as cren?as e religi?es, à todas as vozes que buscam refor?ar a em constante disputa e constru??o, democracia brasileira.

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